• Karoline Hoffmann

De processo por copyright a linchamento virtual: entenda a polêmica envolvendo PUBG e Free Fire



O battle royale PUBG, da sul-coreana Krafton, foi lançado em julho de 2016. No ano seguinte, o lançamento de um jogo semelhante revolucionaria a indústria mundial dos games e viria a se tornar um fenômeno, batendo recordes de audiência. Estamos falando do Free Fire, da Garena, lançado em agosto de 2017.


O problema é que, para a Krafton, o jogo da Garena trata-se de um clone. A empresa sul-coreana acusa a desenvolvedora de Free Fire, inclusive com uma ação tramitando na justiça dos Estados Unidos, de copiar vários elementos do PUBG em seu battle royale – entre eles, a estrutura, as armas e até os mapas.


O processo respingou até na Apple e no Google, simplesmente por venderem Free Fire em suas lojas de apps. Na ação, a Krafton pede, além de indenização, que o jogo da rival seja bloqueado e pare de ser comercializado, visto que ambas as lojas estariam se beneficiando com a venda de um produto que supostamente plagia o concorrente.


Assim que começaram a surgir boatos de que Free Fire poderia sumir, os fãs do game logo se mobilizaram para promover um ‘linchamento virtual’ da Krafton e de seu game.


Alguns foram às redes sociais acusar a desenvolvedora do PUBG de ser ‘mentirosa’ e ‘invejosa’; outros foram até as lojas de apps para avaliar mal o game da sul-coreana – na app store do Android, por exemplo, ele se encontra hoje com 1,9 estrela, enquanto a última versão do game da Garena tem 4,2.

Os fãs de Free Fire são, afinal de contas, muitos e também muito fiéis. Em relação a isso não há dúvidas.


Nós aqui da Profit gostamos e jogamos os dois, mas ficamos sabendo que o CEO tem uma leve preferência pelo game da Krafton.


E você? É team PUBG ou team Free Fire?


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